quinta-feira, 19 de setembro de 2013

O CELULAR, É UMA FERRAMENTA RELEVANTE OU IRRELEVANTE NA AÇÃO PEDAGÓGICA?

O celular é uma tecnologia móvel que está ao alcance de muitas pessoas. Embora ainda,  provavelmente existam pessoas que não fazem uso do celular, sabemos que umas não utilizam por opção própria, ou seja, ignoram esse equipamento, não almejam serem ocupadas por meio deste instrumento, alguns por ausência de recursos financeiros e outros por conta da situação geográfica que impossibilita sinal de acesso. Mas embora isso ocorra raramente encontramos pessoas que não conheça o aparelho denominado celular. No campo escolar se constata que parte das escolas impedem a entrada desse equipamento no espaço educativo com intuito de proibição de uso. Todavia, fora da escola as pessoas aprendem e ensinam diversos conteúdos com esse instrumental. Nessa  perspectiva, indago a turma de pedagogia 2010 noturna da UFPA de Altamira: O celular é relevante ou irrelevante na ação pedagógica? Como sugestão de leitura vos convido a acessar os seguintes sites http://www.anped.org.br/reunioes/29ra/trabalhos/trabalho/GT16-2668--Int.pdf e ainda http://porvir.org/porpensar/nao-podemos-ver-celular-como-inimigo/20130624 para que fundamentados nas ideias descritas nos sites e no estudo da  monitoria da última aula, possas elaborar seu comentário para postar neste blog.

 

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26 comentários:

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  2. No meio da explicação, toca o celular, e de repente se instaura a confusão. O aluno tem seu celular retido, e só pego ao termino da aula.Esta cena e comum nas escolas. O professor e constantemente deixado de ser o foco, e o aluno lá, acessado sua rede social, trocando “MSN” ou outra coisa qualquer, menos assistindo a lição. Considero que o celular seja relevante como auxiliar no ensino, pois com a sua dinâmica e interatividade, além de ser uma ferramenta capaz de prende a atenção do aluno, não deixa também de ser útil como ferramenta pedagógica. Nos Estados Unidos desde ano 2000 já existe a experiência com o uso do celular - O 'm-learning' - modalidade que usa o telefone móvel na educação - já é uma experiência de sucesso em escolas(revista veja, 2009).
    Como no texto abordado não podemos vê o celular como inimigo, mas como uma ferramenta de ensino capaz de ensinar e prevê essa finalidade, e claro com o devido planejamento e controle para que não fuja da proposta adotada pelo professor.

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  3. Para mim é irrelevante, pois existe várias outras formas mais dinâmicas, interessantes e produtivas de agir pedagogicamente em igualdade, onde todos possuem a oportunidade de participar interagindo uns com os outros numa determinada atividade, do que por meio do celular. Nem todos os alunos de uma turma possui esse instrumento,isso colocaria os pais de famílias carentes em situações que os filhos só ficariam cobrando um celular, dinheiro para crédito como está descrito no texto Celular na sala de aula como alternativa pedagógica no cotidiano das escolas em que diz "Na escola particular uma mãe alegou que deixou de pagar a mensalidade porque seu filho era o único da turma sem celular" p.9
    As ferramentas tecnológicas no qual a Escola disponibiliza como laboratório de informática(computadores), televisão, data show, abrange todos os alunos isso é uma coisa que a instituição escolar oferece, sendo distinta do celular pois para sua utilização depende que o estudante tenha esse objeto.

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  4. Dentro das explicações realizadas, compreendi que o uso de celulares dentro da sala de aula passa a ser irrelevante ao processo educativo. A escola, os professores ao transmitir o conhecimento já apresentam dificuldades quanto à atenção, e o interesse dos alunos em estar ligados na explicação do professor. Com a permissão do uso deste aparelho, mesmo que esteja relacionado a metodologia do professor, acredito que esta não se torna a forma mais eficaz de trabalhar conteúdos com os alunos. Os alunos ficarão presos aos designers mais avançados,mais preocupados em levar para a aula o celular da moda, ultimo lançamento do que a fim de estarem interligados ao assunto em questão. Como exemplo podemos citar o depoimento de uma aluna em uma pesquisa realizada por MONTEIRO, Castellano Fernandes Monteiro p.9) “É fácil ter um celular. É só pegar através de crediário e não pagar”.) A narrativa da aluna nos mostra a sua vontade em conseguir um celular a qualquer preço, e isso nos poe em questão sobre a eficácia de manuseio deste aparelho destro da sala de aula.
    No momento da explicação do professor, toca o celular, com isso a aula é interrompida e a concentração do professor e dos demais alunos vai para o espaço. Existem outras possibilidades de trabalhar o desenvolvimento cognitivo dos alunos e o dialogo com os seus colegas, com mais eficiência do que estarem focados em seu individualismo olhando para uma tela de celular, sem ter nenhuma interação com os demais colegas e o professor, obedecendo apenas ao que o professor pede para que façam, e em muitos casos nem isso.

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  5. É irrelevante, haja vista que existem celulares distintos, um mais moderno que o outro, levando em consideração também a condição social/financeira dos alunos enfim... Existe hoje, em grande parte das escolas brasileiras laboratórios de informática que viabilizariam uma aprendizagem equitativa. Mas a ênfase de instrumento não pode ser restrita apenas ao computador, existe vários outros equipamentos como data show, televisão... Caberá a quem for ensinar, o domínio e o uso de um método adequado, onde possa aproveitar ao máximo o instrumento que se encontra na sua realidade.

    Diony da S. Freitas

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  6. Percebo que essa situação ainda é um grande desafio ao professor e ao aluno encarar o celular como um dispositivo para uma ação pedagógica. O professor porque acha que o celular atrapalha suas aulas e os alunos porque só querem entrar em redes sociais, não tendo interesses em acessar nenhum site de pesquisa que possa ser útil para sua educação.
    Outro ponto é que nem todos os alunos possuem celulares potentes que possam dar esse suporte através de internet, pois enquanto uns tem poder aquisitivo alto e outros não têm recursos financeiros nem para comprar um aparelho mais simples que seja deixando com isso alguns em desvantagens.
    Diante disso a minha opinião é que o uso do aparelho celular na ação pedagógica é irrelevante, pois existem outros métodos que podem ser utilizados como modalidade de ensino-aprendizagem onde todos os alunos possam ter acesso como, por exemplo, os laboratórios de informática que existem em algumas escolas, livros didáticos, data show entre outros. Entretanto o uso do aparelho celular é relevante quando este pode ser utilizado como instrumento para suporte em seus trabalhos no sentido de poder utilizá-lo para fazer gravações, fotos e vídeos.

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  7. Toda e qualquer ferramenta que possa contribuir para a aprendizagem é bem vinda, seja o celular, computador, data show, tv, livros, etc., porém lendo os 02 artigos pude perceber que existe um déficit quanto a relevância do uso do celular aqui no Brasil, especialmente na região Norte - Altamira-Pará, temos muita mais necessidades na ativação dos laboratórios de informática, do uso do data show e da tv, do que simplesmente adotar o celular com uma ferramenta pedagógica, visto que nem todos os alunos tem celular que suporte internet/arquivos, além do que infelizmente não somos reeducados a usar o celular para fins educativos/pesquisas e sim para navegar nas redes sociais, dentre outros.

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  8. Sou a favor das tecnologias na escola, como o computador, data show, televisão entre outros para que os alunos possam fazer uso, embora sabendo que dificilmente se encontra em uma escola um professor (a) que tenha capacitação para usar as tecnologias como um método de ensino/aprendizagem.
    Os aparelhos celulares hoje em dia são pequenos e de uso pessoal. Após a leitura dos textos sugeridos e das explicações em sala de aula conclui que, quando se trata do celular em sala de aula como ação pedagógica, percebo que é irrelevante, pois nem todos os alunos têm condição de ter ele e é um aparelho que possui desde poucas a varias funções, portanto o professor pode querer uma função na quais muito celulares podem não ter, diante dessas causas pode ocorrer uma exclusão dentro da escola. Diante do que foi estudado em outras disciplinas percebi que tem uma variedade de dinâmicas que prende a atenção da criança proporciona a aprendizagem e que todos podem participar. O celular tem sua relevância na escola, como em apresentações usando gravações, musicas em dinâmicas e outros, mas isso ficando a critério e não sendo uma ação pedagógica, onde todos tenham que participar, eles podem fazer isso em casa e levarem para passar para a turma e é claro que com o professor orientando.

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  9. Faz-se relevante sim, o uso do celular no cotidiano escolar, assim como de novas tecnologias de informação e da comunicação. Acredito, que essas novas tecnologias podem e devem contribuir para a formação de professores e alunos leitores críticos da mídia e, principalmente, de discutirmos ética-conhecimento e inclusão digital nas escolas.
    É preciso, se estabelecer discussão a respeito do uso, no espaço escolar, não só dos computadores, aparelhos de TV e rádio, mas também dos aparelhos celulares nos seus diversos suportes, os jogos eletrônicos, a internet e tudo mais que permeia o cotidiano escolar.
    Essa discussão nos aponta ainda para a necessidade de trocas e discussões das práticas pedagógicas dos professores no contexto sócio-cultural no qual se insere o diálogo entre escola e a mídia.
    Para que posamos ter uma construção de cidadãos, que saibam ler tanto jornais como noticiários de televisão, videogames, videoclipes e que saibam fazer o uso de celular nas mais diversas formas de interação social, sabemos que esse é apenas um começo da discursão a partir das possibilidades que o diálogo com essas novas mídias pode nos oferecer.
    Podemos presenciar no nosso dia a dia a facilidade de manuseio que os jovens tem com esses aparelhos, sobretudo para entretenimento, dessa forma precisam ser mais bem aproveitados pelos professores para fins pedagógicos – especialmente para o complemento e ampliação do aprendizado
    Percebe-se a necessidade de se treinar professores e de fazer isso com o uso de tecnologias móveis, para que eles também se apropriem dessa ferramenta na vida deles. “No Brasil, os professores têm certa resistência em incorporar novas tecnologias. A sala de aula ainda é o lugar de desligar o celular”, afirma Rebeca Otero, coordenadora de Educação da Unesco no Brasil, que avalia que parte disso se deve ao fato de o professor ainda não estar completamente familiarizado com essas ferramentas. “Isso faz com que muitas oportunidades educacionais se percam especialmente no ensino médio, época em que o aluno já está ligado e nas redes”, completa ela.

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  10. O celular é um aparelho relevante na vida do aluno, a partir do momento que este é utilizado como veiculo de ampliação do conhecimento do aluno tanto para o manuseio de todas as funções que o dispositivo oferece como para a formação cognitiva que é possível via telefonia móvel. O aparelho celular é algo comum quase todo mundo tem, porém, não pode se esquecer que nem todo aluno possui, ou por falta de poder aquisitivo ou os pais acreditam que não tem idade para usar, o certo é, que o parelho celular, só representará de fato função se o docente estiver preparado para mediar o uso correto do aparelho com os alunos, que este por sua vez seja instrumento de inclusão e não de exclusão, portanto o docente precisa se atentar as condições de disponibilidade em classe antes de tomar a decisão que irá usar este como ferramenta pedagógica. Quanto ao uso funcional ou amplo deste aparelho dos alunos, o docente não deve se prender a este aspecto, pois segundo Vygotsky, o aprendizado se dá mediante a interação com o meio.

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  11. Fazer da tecnologia uma ferramenta de produção do conhecimento, este é o grande desafio para os educadores nos dias atuais.
    Acredito ser relevante o uso do celular na sala de aula, mas como diz Xavier é preciso romper algumas barreiras. Acho que uma das primeiras barreiras do profissional da educação é o de encarar esse novo modelo de educação onde o professor deixa de ser só o transmissor de conhecimento e passa a ser o facilitador do conhecimento. Depois, temos a questão da capacitação profissional, mas o desafio é não esperar que os outros façam, mas enfrentar essa mudança.
    Não podemos negar ou ignorar a realidade, querendo ou não, as tecnologias estão inseridas de uma forma ou de outra em nossas escolas, é preciso que nós, na condição de educadores descubramos a melhor maneira ou a mais eficaz para que ela seja realmente uma ferramenta que de fato venha auxiliar nos trabalhos pedagógicos.
    Nelson Preto diz: “Compreender o mundo é o grande desafio da escola.” Com isso podemos entender que a tecnologia bem utilizada vem nós auxiliar na possibilidade da demonstração deste mundo, para os jovens ou crianças de uma forma mais rápida e mais instigante.
    Devemos ter o cuidado para que a Inclusão digital não seja apenas para que as pessoas tenham acesso a máquinas e as redes, é preciso usar estes instrumentos como possibilidade na capacidade de produção de conhecimento das pessoas.
    Mas para isso é preciso planejamento e a participação coletiva nas escolas.


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  13. O celular é uma ferramenta de interação e informação importante no cotidiano das pessoas e está inserido em todos os âmbitos da sociedade. Nessa perspectiva, a escola não pode ignorar essa realidade e nem resistir aos benefícios que as novas tecnologias podem proporcionar. Considero que o uso do celular em sala de aula só será relevante quando utilizado como estratégia pedagógica planejada e dirigida pelos professores. Durante a aula, o professor poderá orientar o aluno a utilizar o celular como instrumento de pesquisa como: textos, imagens, vídeos, etc. Para que isso ocorra, os educadores precisam ser capacitados para dominarem essas novas tecnologias, quanto à utilização do celular em sala de aula com a intenção de desenvolver e promover o ensino aprendizagem do educando. Outro fator importante que destaco é a presença do diálogo entre o educador e o aluno, tornando-os conscientes do que está sendo proposto. É evidente que existem dificuldades sociais, culturais e contextos onde o celular ainda não é uma realidade, porém o papel da escola é se adequar ao aluno e preparar a sua equipe para aproveitar todas as informações e comunicações tecnológicas e revertê-las em benefício da educação, desenvolvendo assim a aprendizagem. Diante disso, o uso do celular em sala de aula é um desafio para os educadores, considerando o avanço tecnológico e o despreparo do sistema educacional. Portanto, considero relevante o uso do celular em sala de aula como prática pedagógica.

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  14. Texto: Celular Na Sala De Aula Como Alternativa Pedagógica No Cotidiano Das Escolas
    MONTEIRO,Castellano Fernandes Monteiro - IOC - FIOCRUZ.

    Podemos encontrar atualmente vários estudos sobre o uso de celulares na sala de aula como alternativa pedagógica e pelos estudos,o celular pode sim ser útil na escola, ajudando os alunos numa pesquisa durante a aula, para gravar trechos de explicações do professor e até para compartilhar com a turma por meios de redes sociais e não somente atrapalhar as aulas como em alguns textos relatam a perda de concentração por parte dos alunos.
    O celular não deve ser banido e sim utilizado, os professores precisam adaptar o uso de celulares para torná-lo produtivo nas salas de aula, mas é preciso orientar os alunosque existem limites para tudo e no caso do celular nem toda hora é hora de usar.

    Não Podemos Ver o Celular Como Inimigo

    Apesar de algumas escolas ainda estabelecerem o celular como inimigo, especialistas defendem a eficácia dos dispositivos móveis na sala de aula. Além de permitir a gravação das aulas, os dispositivos trazem funcionalidades como calendário e alarmes para organizar as horas de estudo em casa; editores de texto para anotar as ideias principais dadas pelo professor; e estimulam a interação com colegas e professores.
    Como qualquer estratégia educacional, é fundamental que o professor esteja preparado para orientar o uso do celular.

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  15. Compreendi que há duas vertentes em relação ao uso do celular em sala de aula. Uma está relacionada ao uso deste com ferramenta pedagógica, seja para pesquisa, leitura, enfim, de maneira a agregar conhecimento. A outra está relacionada ao entretenimento que ele proporciona através das redes sociais (sala de bate papo, sites musicais, de vídeos, etc) que no uso descontrolado criam "vícios" e "manias", tornando-o prejudicial ao processo pedagógico.
    Certamente o grande desafio do professor é o processo de conscientização a ser realizado com seus alunos, sejam eles em sala de aula ou em atividades fora dela. Essa é uma tarefa árdua que querer parcerias, maturidade e amor a profissão, na busca constante de uma educação de excelência e qualidade aliada a tecnologia.

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  17. Diante do exposto, podemos descrever o celular como uma ferramenta chave para o atual processo tecnológico. muitos indagam sobre o seu uso como forma pedagógica nos dias atuais. na minha opinião, o celular pode sim servir com o papel relevante sobre uma perspectiva positiva das praticas educativas atuais. claro devemos ter o pudor de saber lidar com tal tecnologia, principalmente no que diz respeito a educação nos níveis iniciais. Sabendo controlar positivamente o celular, o processo ensino aprendizagem entre professor-aluno e aluno-aluno transparece cada vez mais resultados cujos modos normais, educativamente falando, obteriam em mais tempos.

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  18. A tecnologia está cada vez mais presente na viva das pessoas, sendo quase inevitável viver sem ela, e nós como educadores devemos nos atentar para estas inovações, é bom estar sempre nos atualizando para trazer para dentro da sala de aula, algo novo criativo e que traga um bom rendimento a aula, porem neste caso o uso do celular ao meu ver é irrelevante para o processo de ensino aprendizagem embora este aparelho seja de fácil manuseio e traz muitas opiniões que facilita a muito a nossa vida, em sala de aula não é viável, pois sempre vai existir um aluno para fugir do foco da aula e também vai ter aquele aluno que não tem acesso a internet, aquele que não possui celular ou até tem mais não seja possível este acesso devido os variados modelos de aparelhos existentes causando assim exclusão e constrangimento em sala, o professor tem que conhecer seus alunos antes de planejar uma aula desse tipo, e existe outras formas de ensinar deixando a aula lúdica e pedagógica.

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  19. O artigo de Casttelano F. Monteiro intitulado: celular na sala de aula como alternativa pedagógica no cotidiano das escolas, já começa com um provérbio popular muito interessante, que diz: “se não pode com o inimigo, junte-se a ele”, podemos perceber que o celular se não for usado como um recurso pedagógico pode se tornar um inimigo do docente, essa tecnologia é de fácil acesso a jovens e algumas crianças, elas tendem a atrapalhar a concentração em um momento de aula, o professor tem que saber explorar todos os recursos didáticos possíveis para o aprendizado do aluno, e o celular é um desses recursos, podendo ser trabalhado na escola, ética, conhecimento e a inclusão digital nas escolas. O uso do celular vem deslocando práticas antigas, fazendo com que aconteça um desligamento das práticas formais, com as tecnologias novas práticas pedagógicas vão acontecendo no cotidiano escolar, não devemos como futuros pedagogos ficar presos ao tradicionalismo, mas adotar ideias capazes de transformar o cenário escolar, tendo em vista o conhecimento dos alunos.
    Desta forma o autor destaca um tripé ética-conhecimento-educação, quando se trata deste recurso didático as aulas tem que ter um sentido, voltado para o conhecimento do aluno, aulas contextualizadas, o professor tem um papel fundamental na iniciativa e no desenvolvimento da aula, a ética com relação ao uso do celular tem que ser um assunto abordado. Esse recurso foge a realidade que vivenciamos quando não existia essas tecnologias, é assustador a principio, o medo da situação sair do controle causa rejeição de alguns docentes, porém faz-se necessário recorrer aos mais variados recursos que tivermos ao alcance, o autor define a ética como ciência normativa do comportamento humano, com vistas tanto ao bem individual quanto ao bem comum. Por ela que se define como devem ser nossos caminhos, nosso trabalho, nossas escolhas mais a frente ele coloca ainda que a ética exige o poder deliberativo e um sujeito autônomo, tendo consideração pelos outros.
    Quando se trata de tecnologias na escola e mais precisamente o celular que está em questão, o autor afirma que tem sim alguns desafios, que são válidos, pois tudo que é novo é uma experiência, mas que deve ser utilizada, a imagem 05, utilizada no artigo, retirada do jornal O globo, datada aos 23 de outubro de 2005, representa o uso desta tecnologia em sala de aula, estamos no ano de 2013, e desde essa data da imagem se passaram 8 anos, em que os celulares agregam várias funções e o acesso a este recurso está cada vez mais fácil. Mas não podemos esquecer da ética na escola, o autor coloca que se for trabalhado de forma clara, não teremos o celular como um vilão, nem ocorrerá uma exclusão devido ao não uso do celular, tudo que for trabalhado tem que ser contextualizado, não adianta fechar os olhos para as tecnologias que chegam a escola, nem deixar que elas entre de forma inadequada, tudo tem o seu limite, a sua função.
    Para concluir, o autor descreve alguns pontos importantes a ser trabalhados, falar sobre o celular na sala de aula como uma nova mídia a partir de vários pontos e possibilidades na prática educativa: como objeto de consumo que tanto pode estar incluindo ou excluindo os sujeitos nas escolas; de inserção no processo de comunicação mesmo daqueles que não possuem os aparelhos de telefonia; de linguagens diferentes daquela que a escola prioriza; possibilidade de estudo de questões ambientais e/ou como possibilidade de criar uma rede com referenciais teórico-metodológico que possibilite uma vida mais bela para todos. Temos a necessidade de estar acompanhando as mudanças que a globalização trouxe através das tecnologias, não podemos fingir que não existe e apenas proibir a entrada na escola, pois estão permeando o cotidiano e influenciando as identidades contemporâneas.

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  21. Enquanto discente e futuro docente de formação na educação infantil, não acredito ser interessante o uso de celular enquanto um instrumento pedagogico. Sendo q maioria dos aparelhos celulares conectados atualmente a internet se tornam facilmente agentes de distração em sala de aula. Nesse contexto enquanto ferramenta pedagogica em mnha opiniao eles são totalmente inadequados. Refiro-me educação infantil, area de atuação básica de formação dos pedagogos.
    Embora realmente os meios tecnologicos sejam ótimas ferramentas de apredizagem, o celular em especifico não considero de facil controle por parte do professor, pois estao cada vez mais conctados e restritos.

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  22. Concordo que todo tipo de tecnologia é benéfico á educação ao ensino e aprendizagem do aluno. Mas ao meu ver o celular e irrelevante ao ensino. Pois e uma forma da criança e o adolescente ter distração na sala de aula. Devido o acesso discreto e ágil. Isso pode fazer com que a aula no momento fuja do controle do professor. Isso é fato, pois sem essa ferramenta ocorre episódios desta natureza.

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  23. Acho relevante, pois a tecnologia em si, proporciona aprendizagem com uma maior dinâmica, além de ser uma facilitadora na comunicação. Ainda há vários empecilhos que impedem o uso das tecnologias nas escolas, uma é a ausência do poder aquisitivo e a outra é o caso da questão geográficas, etc, mas apesar disso o professor tem que ser criativo e com o que tem ou com o que o sistema educacional fornece, fazer daquela aula a mais importante/instigadora. O celular é muito importante em vários fatores apesar de alguns celulares não ter internet, mas tem outras opções tais como: gravação/ câmeras/ filmadora, etc, podem filmar, fazer gravação, dentre outras. Os trabalhos em grupo ficam muito mais rico e produtivo com o uso das tecnologias.

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  24. O texto nos faz refletir a cerca do uso dos aparelhos celulares na sala de aula e o quanto eles podem vir a contribuir ou atrapalhar no processo de aprendizagem desses alunos.
    A tecnologia está presente em nosso dia a dia não há como ignorar, pois os celulares fazem parte do cotidiano das pessoas nem o educador a frente dos trabalhos deixa de usar os aparelhinhos que hora podem ser útil se usados de forma educativa ou transforma-se em transtorno para os professores. Cabe aos educadores criar mecanismos para que essa prática não atrapalhe o processo educativo dos alunos.

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  25. E irrelevante, apesar de ser uma tecnologia muito importante nos dias de hoje, na sala de aula ele so atrapalharia no desempenho escolar do aluno, tirando lhe a atençao e prejudicando a aprendizagem das atividades curriculares.

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