Ao estudarmos sobre avaliação do ensino e da aprendizagem começamos a indagar, sobre o verdadeiro significado da avaliação. Será para medir, punir, classificar os aptos e não aptos ou para avaliar os conhecimentos adquiridos/produzidos/contextualizados, em sala de aula? Em diversas instituições educacionais, da educação básica, ao ensino superior nos deparamos com paradigmas avaliativos extremamente radicais, ou seja, com um modelo de avaliação que deixa o estudante com medo de serem avaliados. Em muitos casos, sentem-se o pavor se dá por conta de alguns formatos de provas, que tendem a não expressar os conhecimentos desenvolvidos durante as aulas, sem conexão com seus saberes cotidiano. Essas e outras discussões sobre avaliação foram fundamentos de estudo durante a disciplina avaliação do ensino e aprendizagem, com a turma de biologia 2012 no Campus Universitário de Altamira/UFPA. Com base nessa discussão, convido os estudantes desta turma, a responder a questão: Qual entendimento tens sobre avaliação a partir do estudo em sala de aula e o conteúdo exposto nos vídeos? Pensando nessa problematização, acesse os dois vídeos clicando nos seguintes endereços eletrônicos. O primeiro vídeo está no site: https://www.youtube.com/watch?v=6rHvpwKOpQg o segundo encontra-se no endereço: https://www.youtube.com/watch?v=NyV47Ty3JzA Não esqueça de retornar, para colocar seu comentário observando a questão abordada.
O currículo, educação do campo e as tecnologias na educação são campos de conhecimento que intercruzam e fortalecem o nosso debate.
domingo, 8 de junho de 2014
sábado, 31 de maio de 2014
A HISTÓRIA DE NOVO REPARTIMENTO (1) UMA ATIVIDADE DESENVOLVIDA PELOS ALUNOS DE PEDAGOGIA/PARFOR DE NOVO REPARTIMENTO
Antonia
Pereira de Sousa[2]
Francisca
Ferreira Nogueira[3]
Judirlene
da Luz Santana[4]
Luceni de Souza Silva[5]
Maria
Soares Costa Medeiro[6]
Maria
Teresa de Matos[7]
Através
da construção da hidrelétrica de Tucuruí deu-se a mudança da antiga cidade de
Repartimento para outra localidade, a partir dessa mudança a cidade passou a se
chamar Novo Repartimento. Por volta do ano de 1977, começaram as polêmicas
sobre a construção da Usina Hidrelétrica de Tucuruí - U.H.T. Essa situação
gerou revolta por parte da população da cidade de Repartimento, com a
Eletronorte, empresa responsável pela
construção da U.H.T., eles reivindicavam
os direitos por tudo o que haviam construído naquela localidade tanto na zona
urbana quanto na zona rural, pois, com a edificação daquela obra, toda área do
antigo município seria alagada, e com isso as pessoas perderam o trabalho de
toda uma vida, sem contar com o desastre ecológico.
A
única preocupação da empresa seria o benefício que isso lhe traria, com isso a
população revoltada se uniram na luta por uma indenização para recomeçar uma
nova vida e poder sustentar sua família. Depois de muitas greves a empresa
ofereceu uma pequena indenização, como estavam cansados entraram em um acordo o
que empresa lhe propôs era uma casa, e
um lote de cinco alqueires e uma pequena parte em dinheiro pelos benefícios
feitos nas propriedades atingidas.
Essas
lutas foram iniciadas pelo senhor Raimundo Temístocles do Nascimento Belém que
também fazia parte dos desapropriados daquela comunidade. No final do ano de
1983 começaram-se as primeiras mudanças para a área escolhida pela Eletronorte
onde a mesma havia construído as casas que foram doadas para os desapropriados,
sem nenhum conforto, não havia saneamento básico, energia, água encanada, pois
até o banheiro era comunitário, a água para o consumo dos mesmos era recebida
através de um carro pipa.
Novo Repartimento foi criado através da
Lei Nº 5. 702 de 13 de Dezembro de 1991, com isso desmembrava dos municípios de
Tucuruí, Jacundá e Pacajá. O município de Novo Repartimento criado por esta Lei,
foi instalado no dia 1º de Janeiro de
1993, com a posse do prefeito, vice-prefeito e vereadores eleitos no pleito
municipal de 03 de outubro de 1992. (Art.
4º da Lei de nº 5.702 de 13 de dezembro de 1991).
Apesar de todas essas mudanças, não foi
suficiente para que as pessoas ficassem satisfeitas, por isso a luta ainda
continua por causa dos prejuízos
que tiveram. Após alguns anos os
desapropriados receberam mais uma parte da indenização através de um cartão que
lhe dava o direito de uma cesta básica mensal no valor de R$ 200,00 por um
período de um ano e meio a dois anos.
Os mesmos formaram uma cooperativa que
lutam para receber o que lhes restam de direito e acreditam vencer, com o apoio
da cooperativa, do poder judiciário, Eletronorte, Caixa Econômica e Prefeitura
Municipal de Novo Repartimento, a receberem uma casa construída pela Caixa
Econômica.
Mesmo com as dificuldades a população cresceu,
o desenvolvimento da cidade ampliou tanto que hoje ela se encontra com uma
população de aproximadamente 65.000 habitantes, podendo comprovar seu
crescimento com a formação das vilas que fazem parte do município. Esta
afirmação resultam de informações obtidas através de entrevistas feitas com
pessoas que passaram por esta trajetória.
REFERÊNCIAS
GOVERNO DO
ESTADO DO PARÁ. Lei nº 5.702 Palácio do Governo do Estado do Pará, Belém; 1991.
[1]
Texto produzido na disciplina Educação e Novas Tecnologias da Comunicação e
Informacionais, pela professora Maria do Socorro Dias Pinheiro – PARFOR Universidade Federal do Pará
[2]
Antonia Pereira de Sousa, assistente pedagógica da escola Pedro Luís de
Camargo, estudante do curso de licenciatura em pedagogia - PARFOR pela
Universidade Federal do Pará
[3]
Francisca Ferreira Nogueira, professora das séries iniciais do ensino
fundamental, estudante do curso de licenciatura em pedagogia - PARFOR
pela Universidade Federal do Pará
[4]
Judirlene da Luz Santana, professora das séries iniciais do ensino fundamental,
estudante do curso de licenciatura em pedagogia – PARFOR pela Universidade Federal
do Pará
[5]
Lucení de Souza Silva, professora das séries iniciais do ensino fundamental,
estudante do curso de licenciatura em pedagogia – PARFOR pela Universidade
Federal do Pará
[6]Maria
Soares Costa Medeiro, professora das séries iniciais do ensino fundamental,
estudante do curso de licenciatura em pedagogia – PARFOR pela Universidade
Federal do Pará
[7]
Maria Teresa de Matos, vice-diretora da escola Castelinho do Pequeno Príncipe,
estudante do curso de licenciatura em pedagogia – PARFOR pela Universidade
Federal do Pará
Fica o convite a todos a curtir o vídeo no you tube criado por outros alunos de Pedagogia/PARFOR/Novo, Universidade Federal do Pará, Campus de Altamira. . http://youtu.be/IVacXUF8yA0
Fica o convite a todos a curtir o vídeo no you tube criado por outros alunos de Pedagogia/PARFOR/Novo, Universidade Federal do Pará, Campus de Altamira. . http://youtu.be/IVacXUF8yA0
segunda-feira, 28 de abril de 2014
PRODUÇÃO INICIAL DE VÍDEOS, DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA PARA 3º E 4º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
É uma produção experimental, inicial feita exclusivamente pelos autores de cada vídeo e esperamos que possa contribuir com algum interessado.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
A INFORMÁTICA EDUCATIVA, NA FORMAÇÃO DE EDUCADORES DA ESCOLA CASA FAMILIAR RURAL EM ANAPU/PA
Para dar continuidade a nossa reflexão sobre a informática educativa é bom recordar que alguns estudiosos denominam o contexto da sociedade atual de sociedade da tecnologia, outros vão caracterizar como sociedade do conhecimento ou da aprendizagem. Essas diversas conceituações se deve ao fato de estarmos em um momento histórico, marcado pela circulação acelerada da informações e precisamos estarmos muito atentos para fazermos escolhas e definições.
Cotidianamente nos deparamos, com o uso de novas tecnologias que provocam transformações na nossa forma de pensar e de nos relacionarmos com as pessoas e com os diversos objetos, com o mundo que nos cerca. O desafio maior é formar atores sociais com cidadania e autonomia responsável em aprendizagens contínuas desses instrumentais. Isso implica letramento sonoro, visual, da hipermídia e das diversas formas de comunicação no cenário atual. Ao considerarmos estes fatores propomos aos educadores desta formação, na Casa familiar Rural em Anapu que leiam a entrevista de Nóvoa, disponibilizada no site: http://www.tvbrasil.org.br/saltoparaofuturo/entrevista.asp?cod_entrevista=59 e pensem:
1. O que significa ser professor (a) no contexto atual?
2. Quem sou neste novo cenário?
Compartilhe sua reflexão postando seu comentário neste blog.
As tecnologias da educação na formação dos professores na Escola Casa Familiar Rural de Anapu/PA
Em virtude do projeto a informática educativa na formação dos educadores da Casa Familiar Rural estamos concretizando a formação dos educadores no município de Anapu e neste diálogo buscamos compreender que:
Vivemos um cenário onde se configuram um acelerado processo
de mudanças, desenvolvido pela inserção das novas tecnologias que se adentram
em diversos espaços sociais. Sabe-se, contudo, que nem todos têm acessos aos novos
instrumentos tecnológicos embora, se tenha evidencias de um crescimento
bastante significativo na última década que interfere diretamente a realidade atual.
Encontram-se nesta disputa os equipamentos que compõem a informática, ou seja,
o instrumento popularmente denominado de computador.
O computador tornou-se um equipamento corriqueiro no meio
social e gradativamente todas as áreas vão fazer uso deste instrumento
tecnológico e provavelmente todos terão que aprender a conviver com sua
presença deste no seu dia a dia. Na educação isso não será diferente. Isso é
fato na política de educação brasileira com a implantação de infocêntros e os laboratórios
de informática em muitas escolas da educação básica do nosso país e na nossa
região.
Todavia, embora se conheça serem funções principais do
computador armazenamento e processamento de dados, não podemos esquecer que o
mesmo não foi criado com uma finalidade pedagógica. Neste sentido, faz-se
necessário analisar criticamente esta ferramenta frente às teorias e práticas
educacionais em vista do bom uso deste recurso com a consciência de este
possibilitará acesso rápido ao conhecimento não como uma máquina de escrever,
ou de armazenamento e processamento de dados e sim como uma tecnologia que se
destine em possibilitar a construção de uma educação criativa, dinâmica e
crítica que auxilie o processo de ensino e aprendizagem na relação
professor/aluno.
Pensa Valente (1993, p.16) que “na educação de forma geral,
a informática tem sido utilizada tanto para ensinar sobre computação, o chamado
computer literacy, como para ensinar praticamente qualquer assunto por
intermédio do computador”. Isso é um fato relevante, sobretudo para o contexto
educacional. Contudo, numa pesquisa exploratória, realizada por alunos da
graduação em pedagogia, observamos que diversas escolas do município de
Altamira, incluindo a casa familiar rural possuem laboratório de informática;
constatou-se ainda que, poucos são os educadores que utilizam de tais
instrumentos tecnológicos.
A não utilização destes equipamentos tecnológicos não
decorre da má vontade ou de indisponibilidade, mas a necessidade de uma
formação que priorize o repensar pedagógico do espaço. Isso significa pensar a
informática não como um instrumento meramente técnico e sim educativo. Nisso se
constituí a diferença da informática educativa. Para Borges (1999, p.136):
A Informática Educativa se
caracteriza pelo uso da informática como suporte ao professor, como um
instrumento a mais em sua sala de aula, no qual o professor possa utilizar
esses recursos colocados a sua disposição. Nesse nível, o computador é explorado
pelo professor em sua potencialidade e capacidade, tornando possível simular,
praticar ou vivenciar situações, podendo até sugerir conjecturas abstratas,
fundamentais a compreensão de um conhecimento ou modelo de conhecimento que se está
construindo.
É fato ninguém pode negar que os computadores estão
gradativamente adentrando o espaço escolar e obviamente os educandos da
educação básica ou profissional tem o direito de se apropriar das inúmeras
possibilidades que estes instrumentos podem possibilitar. Para isso é
necessário ter profissionais qualificados para desenvolver procedimentos
metodológicos críticos, criativos e dinâmicos na perspectiva de novas
aprendizagens.
No bojo dessas contradições constatamos a implantação de uma
política educacional que se materializa com a inserção de computadores na
escola e identificamos transformações na
área do currículo das universidades públicas, em particular na Universidade
Federal do Pará, Campus Universitário de Altamira em vista de possibilitar
qualificação profissional as novas demandas de profissionais no contexto
educacional. Na graduação em pedagogia, por exemplo, o projeto pedagógico do
curso trás a oferta de disciplinas que contemplam este campo de formação em
dois núcleos: núcleo de aprofundamento e
diversificação de estudos e um núcleo estudos integradores. No primeiro
temos: Educação e Novas Tecnologias da Comunicação e Informática, Educação
Profissional e Tecnológica e no segundo se destacam as disciplinas optativas
denominadas: Novas Tecnologias e Trabalho Docente, Metodologia e Prática de
Ensino do Computador, Comunicação Docente e Diversidade Interlocutora, Recursos
Audiovisuais na Sala de Aula.
A partir destas ideias evidenciamos que o debate sobre as
novas tecnologias é um dos assuntos a permear nos estudos atuais e nessa mesma
lógica encontra-se a informática educativa que se caracteriza como um poderoso
recurso pedagógico com condições de ampliar uma variedade de conhecimentos
intercalados pela capacidade criatividade de construir novas metodologias, de
se tornar possível ensinarem e aprender ou vice versa, e ainda, considerar os
conhecimentos curriculares, a criação de modelos metodológicos e didáticos que
viabilize repensar o verdadeiro significado da aprendizagem.
Nesta perspectiva, propomos por intermédio do presente
projeto desenvolver formação continuada por meio de cursos no
percurso do ano de 2013, com os educadores da casa familiar rural e um com
os alunos da graduação em pedagogia. Propomos essa ideia por três importantes motivos. Um
refere-se ao levantamento realizado sobre uso da informática na educação o qual constatamos a ausência de formação continuada da maioria
dos educadores o que tem ocasionado dificuldades para trabalhar metodologias que
envolvam essa tecnologia; outra questão, a casa familiar rural atua na área de
educação profissional com a juventude do campo, possuí um laboratório de
informática, contudo vem sendo minimamente utilizado por conta da parca
formação dos educadores para aplicação de metodologias com este instrumento
tecnológico.
Ultima situação, percebemos que a graduação em pedagogia dispõe de
disciplinas que pode colaborar na elaboração de cursos de formação continuada
em informática educativa com participação dos alunos do curso de pedagogia onde
estes possam desenvolver uma experiência inicial de formação com educadores da casa
familiar rural com cursos de formação de professores em informática
educativa, com metodologias possíveis de serem desenvolvidas posteriormente com
educandos em qualificação profissionalizante. Abaixo fotos da formação inicial.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
O CELULAR, É UMA FERRAMENTA RELEVANTE OU IRRELEVANTE NA AÇÃO PEDAGÓGICA?
O celular é uma tecnologia móvel que está ao alcance de muitas pessoas. Embora ainda, provavelmente existam pessoas que não fazem uso do celular, sabemos que umas não utilizam por opção própria, ou seja, ignoram esse equipamento, não almejam serem ocupadas por meio deste instrumento, alguns por ausência de recursos financeiros e outros por conta da situação geográfica que impossibilita sinal de acesso. Mas embora isso ocorra raramente encontramos pessoas que não conheça o aparelho denominado celular. No campo escolar se constata que parte das escolas impedem a entrada desse equipamento no espaço educativo com intuito de proibição de uso. Todavia, fora da escola as pessoas aprendem e ensinam diversos conteúdos com esse instrumental. Nessa perspectiva, indago a turma de pedagogia 2010 noturna da UFPA de Altamira: O celular é relevante ou irrelevante na ação pedagógica? Como sugestão de leitura vos convido a acessar os seguintes sites http://www.anped.org.br/reunioes/29ra/trabalhos/trabalho/GT16-2668--Int.pdf e ainda http://porvir.org/porpensar/nao-podemos-ver-celular-como-inimigo/20130624 para que fundamentados nas ideias descritas nos sites e no estudo da monitoria da última aula, possas elaborar seu comentário para postar neste blog.
.
sábado, 6 de julho de 2013
DESAFIOS DA EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA
Estamos em um contexto social marcado por inúmeras transformações que acompanham o desenvolvimento da sociedade capitalista e tem gerado um substancial de conhecimentos que possibilita acesso a diversas formas de adquirir conhecimentos, saberes, sobretudo quando se tem acesso as novas tecnologias da comunicação e informação na educação.
Na conjuntura de um capitalismo global exige-se dos atores sociais outras formas de se socializar e de buscar o conhecimento. E, com a inserção da internet passamos a viver num mundo sem fronteiras mas nem por isso, sem regras, normas e valores necessários a esta forma de convivência e de relação sociais.
Com isso, nos deparamos com uma sociedade do conhecimento que desafia os educadores atuais e os que almejam segui esta profissão e, ainda trazem outras questões desafiadores para o atual cenário educacional. Com base nessa ideias convido a turma de pedagogia 2013, do Campus da UFPA de Tucuruí, a lerem o texto de Nelson Pretto postado no seguinte endereço eletrônico: https://blog.ufba.br/nlpretto/?page_id=395 e em seguida postem aqui seu comentário, sobre o assunto.
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